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sábado, 10 de julho de 2010

Revolucion - A verdade sobre Fidel Castro

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Fidel Castro e Errol Flynn juntos num filme? Estranho, mas verdade.

Errol Flynn e o produtor Victor Pahlen estavam em Havana aproveitando a vida da alta sociedade quando estourou a revolução de Fidel Castro. Os dois cineastas pegaram suas câmeras às ruas e fizeram este documentário único, com imagens incomparáveis da Revolução Cubana, apresentadas e narradas por Flynn. Devido a motivos políticos, o filme só foi exibido na Rússia e depois arquivado por quase 50 anos. Agora em DVD pela primeira vez no Brasil imagens de Cuba nunca antes vista, no frescor da sua revolução.

Rosa Luxemburgo

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Rosa Luxemburgo, em polonés Róża Luksemburg (Zamość, 5 de Março de 1871 — Berlim, 15 de Janeiro de 1919), foi uma filósofa marxista e militante revolucionária polonesa ligada à Social-Democracia do Reino da Polónia (SDKP), ao Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD) e ao Partido Social-Democrata Independente da Alemanha. Participou da fundação do grupo de tendência marxista do SPD, que viria a se tornar mais tarde o Partido Comunista da Alemanha.

É a história de uma polonesa que sem nunca ter aberto mão de sua feminilidade, foi revolucionária da esquerda alemã e uma das grandes per4sonalidades políticas desde século. Trata-se do quinto filme de Margarethe Von Trotta, uma das mulheres mais atuantes e respeitadas do cinema alemão. Seus filmes mais conhecidos até então tinham sido “Os anos de Chumbo” e “ Um tiro de Misericórdia”. Entre os muitos prêmios já conquistados por “Rosa Luxemburgo” está o grande prêmio de interpretação feminina do Festival de Cannes. A atriz Barbara Sukowa, que interpreta o papel-título, dividiu o prêmio com Feranda Torres em “Eu sei que voi te Amar”.

Revolução dos bichos

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Escrita em plena Segunda Guerra Mundial e publicada em 1945 depois de ter sido rejeitada por várias editoras, essa pequena narrativa causou desconforto ao satirizar ferozmente a ditadura stalinista numa época em que os soviéticos ainda eram aliados do Ocidente na luta contra o eixo nazifascista. De fato, são claras as referências: o despótico Napoleão seria Stálin, o banido Bola-de-Neve seria Trotsky, e os eventos políticos - expurgos, instituição de um estado policial, deturpação tendenciosa da História - mimetizam os que estavam em curso na União Soviética. Com o acirramento da Guerra Fria, as mesmas razões que causaram constrangimento na época de sua publicação levaram A revolução dos bichos a ser amplamente usada pelo Ocidente nas décadas seguintes como arma ideológica contra o comunismo. O próprio Orwell, adepto do socialismo e inimigo de qualquer forma de manipulação política, sentiu-se incomodado com a utilização de sua fábula como panfleto. Depois das profundas transformações políticas que mudaram a fisionomia do planeta nas últimas décadas, a pequena obra-prima de Orwell pode ser vista sem o viés ideológico reducionista. Mais de sessenta anos depois de escrita, ela mantém o viço e o brilho de uma alegoria perene sobre as fraquezas humanas que levam à corrosão dos grandes projetos de revolução política. É irônico que o escritor, para fazer esse retrato cruel da humanidade, tenha recorrido aos animais como personagens.